Tratamento da VAA
Experiência no mundo real
Muitos pacientes não alcançam ou não mantém a remissão completa1*
A resposta do paciente à terapia de indução de remissão é variável. Após 12 meses de tratamento (n=929), 59% dos pacientes com GPA (granulomatose com poliangeíte, anteriormente chamada de Wegener) e pacientes com PAM (poliangeíte microscópica) alcançam remissão completa, e >50% dos pacientes continuam usando glicocorticoides.1 É necessário que mais pacientes atinjam e mantenham a remissão sem o uso prolongado de glicocorticoides.
A resposta à terapia de indução é variável e muitos pacientes não alcançam uma resposta completa, mesmo aos 12 meses1
>50% dos pacientes continuam a usar glicocorticoides 12 meses após o início da terapia de indução1
Os EAs continuam sendo um problema para pacientes novos e recidivantes1,2
Eventos adversos são comuns durante os primeiros 12 meses de tratamento em pacientes com GPA ou PAM, 1,2Neste período, a dose de glicocorticoides costuma ser mais elevada, pois as diretrizes vigentes de tratamento recomendam o uso de glicocorticoides para indução da remissão.1-3A maioria dos pacientes continua a usar glicocorticoides 12 meses após iniciar a terapia de indução da remissão.1,2
Novos pacientes (n=929)1†

Pacientes recidivantes (n=268)2†

Referências e notas de rodapé
Notas de rodapé
**Auditoria clínica retrospectiva de prontuários médicos de 929 pacientes com VAA incidente (GPA: 54%; PAM: 46%; idade média: 57 anos; sexo masculino: 54%) na França, Alemanha, Itália e Reino Unido (399 médicos) que iniciaram a terapia de indução da remissão entre novembro de 2014 e fevereiro de 2017, com dados coletados na avaliação inicial e após 1, 3, 6 e 12 meses de tratamento.1
†Estudo retrospectivo analisando 929 pacientes com VAA incidente (GPA: 54%; PAM: 46%; idade média: 57 anos; homens: 54%) e 268 pacientes com VAA com recidiva (GPA: 54%; PAM: 46%; idade média: 58 anos; homens: 60%) da França, Alemanha, Itália e Reino Unido (399 médicos) que iniciaram terapia de indução de remissão entre novembro de 2014 e fevereiro de 2017 com dados coletados na avaliação inicial e após 1, 3, 6 e 12 meses de tratamento.1,2
Abreviações
VAA, vasculite associada ao ANCA; EA, evento adverso; ANCA, anticorpo anticitoplasma de neutrófilos; CYC, ciclofosfamida; GC, glicocorticoide; GPA, granulomatose com poliangeíte; PAM, poliangeíte microscópica; RTX, rituximabe
Referências
- Rutherford P, et al. Arthritis Rheumatol 2018;70(Suppl 10):Abstract 2724.
- Rutherford PA, et al. J Am Soc Nephrol 2018;29:839(Abstract SA-PO402).
- Yates M, et al. Ann Rheum Dis 2016;75(9):1583–94.
BR-AVA-2500003 | Data de preparação: julho de 2025




















